Crítica ao filme - Ó Paí, Ó

Por Andy Malafaya 06/04/2007

Um mar de estereótipos, artificialidade e merchandising mal encaixado fazem deste um trabalho bem medíocre do cinema nacional.
A cineasta baiana Monique Gardenberg até demonstrara certo talento em seu primeiro longa-metragem, o irregular Jenipapo, de 1995, mas duas produções medíocres depois – Benjamim, de 2003, e este Ó Pai, Ó – ela passa a integrar o enorme bolo de realizadores nacionais sem muito a acrescentar à cinematografia nacional.
Para ler o restante da crítica entre: http://www.cineplayers.com/critica.php?id=969

0 comentários:

Postar um comentário