CINEMA BRASILEIRO - Um panorama geral
A Cartomante
Gênero: Cinema Nacional
Atores: Giovanna Antonelli, Luigi Baricelli, Deborah Secco, Silvia Pfeifer, Ilya São Paulo, Mel Lisboa
Direção: Wagner de Assis, Pablo Uranga,
Ano de produção: 2003
País de produção: Brasil
Duração: 95 min.
Mais uma dica!
Sinopse:
André (Selton Mello) é um filho desgarrado, que saiu de casa devido à severa lei paterna e o sufocamento da ternura materna. Pedro, seu irmão mais velho, recebe de sua mãe a missão de trazê-lo de volta ao lar. Cedendo aos apelos da mãe e de Pedro, André resolve voltar para a casa dos seus pais, mas irá quebrar definitivamente os alicerces da família ao se apaixonar por sua bela irmã Ana.
Dica
Reservem um tempinho para esses filmes, realmente são bons!
N
ONDE ANDARÁ DULCE VEIGA?

Duração: 105 minutos (1 hora e 45 minutos)
Gênero: Drama
Direção: Guilherme De Almeida Prado
Ano: 2007
País de origem: BRASIL
SINOPSE (resumo do filme)
Dulce Veiga (Maitê Proença) é uma atriz e cantora que fez sucesso durante um curto período de tempo e que desapareceu misteriosamente. Caio (Eriberto Leão), um escritor que trabalha como jornalista de variedades, ao entrevistar a jovem cantora Márcia (Carolina Dickman) descobre que ela é filha de Dulce Veiga, de quem era fã. Caio publica uma crônica no jornal em que trabalha contando suas lembranças de Dulce Veiga, o que gera uma enorme repercussão. A esquecida cantora é relembrada e todos querem saber seu destino. Paralelamente o jornalista fica cada vez mais obcecado pela personalidade da filha de Dulce, que é uma bela garota com trejeitos de homem.
Fonte: Adoro Cinema
SANEAMENTO BáSICO, O FILME

Duração: 112 minutos (1 hora e 52 minutos)
Gênero: Comédia
Direção: Jorge Furtado
Ano: 2007
País de origem: BRASIL
SINOPSE (resumo do filme)
Os moradores de Linha Cristal, uma pequena vila de descendentes de colonos italianos localizada na serra gaúcha, reúnem-se para tomar providências a respeito da construção de uma fossa para o tratamento do esgoto. Eles elegem uma comissão, que é responsável por fazer o pedido junto à sub-prefeitura. A secretária da prefeitura reconhece a necessidade da obra, mas informa que não terá verba para realizá-la até o final do ano. Entretanto, a prefeitura dispõe de quase R$ 10 mil para a produção de um vídeo. Este dinheiro foi dado pelo governo federal e, se não for usado, será devolvido em breve. Surge então a idéia de usar a quantia para realizar a obra e rodar um vídeo sobre a própria obra, que teria o apoio da prefeitura. Porém a retirada da quantia depende da apresentação de um roteiro e de um projeto do vídeo, além de haver a exigência que ele seja de ficção. Desta forma os moradores se reúnem para elaborar um filme, que seria estrelado por um mostro que vive nas obras de construção de uma fossa.
Fonte: Adoro Cinema
OS DESAFINADOS
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Duração: 131 minutos (2 horas e 11 minutos)
Gênero: Comédia romântica
Direção: Walter Lima Jr.
Ano: 2008
País de origem: BRASIL
SINOPSE (resumo do filme)
Década de 60. Joaquim (Rodrigo Santoro), Dico (Selton Mello), Davi (Ângelo Paes Leme) e PC (André Moraes) são jovens músicos e compositores, que partiram para Nova York em busca de sucesso. Lá eles formam um grupo, chamado Os Desafinados, e integram o movimento que lançou a bossa nova. Ao longo dos anos eles acompanham o cenário político e musical do Brasil.
Fonte: Adoro Cinema
LINHA DE PASSE

Duração: 108 minutos (1 hora e 48 minutos)
Gênero: Drama
Direção: Walter Salles E Daniela Thomas
Ano: 2008
País de origem: BRASIL
SINOPSE (resumo do filme)
São Paulo. Reginaldo (Kaique de Jesus Santos) é um jovem que procura seu pai obsessivamente. Dario (Vinícius de Oliveira) sonha em se tornar jogador de futebol mas, aos 18 anos, vê a idéia cada vez mais distante. Dinho (José Geraldo Rodrigues) dedica-se à religião. Dênis (João Baldasserini) enfrenta dificuldades em se manter, sendo também pai involuntário de um menino. Os quatro são irmãos, tendo sido criados por Cleuza (Sandra Corveloni), sua mãe, que trabalha como empregada doméstica e está mais uma vez grávida, de pai desconhecido. Eles precisam lidar com as transformações religiosas pelas quais o Brasil passa, assim como a inserção no meio do futebol e a ausência de uma figura paterna.
FRONTEIRA

Duração: 85 minutos (1 hora e 25 minutos)
Gênero: Drama
Direção: Rafael Conde
Ano: 2008
País de origem: BRASIL
SINOPSE (resumo do filme)
O filme conta a história de Maria (Débora Goméz, que mora em um velho sobrado no interior de Minas Gerais e possui a fama de ser santa. Mas, a chegada de sua tia Emiliana (Berta Zemel), que veio empenhada em preparar o grande milagre dela, e um viajante (Alexandre Cioletti), por quem se apaixona, muda sua vida.
JUVENTUDE

Titulo original: Juventude
Duração:72 minutos (1 hora e 12 minutos)
Gênero: Drama
Direção: Domingos De Oliveira
Ano: 2008
País de origem: BRASIL
No Meu Lugar

Diretor(es): Eduardo Valente
Filme do brasileiro Eduardo Valente é selecionado para Cannes
O roteiro de "No meu lugar", que tem produção executiva do cineasta Walter Salles, foi desenvolvido por meio de um programa do festival.
A 62ª edição do festival também terá o filme "À deriva", novo longa do brasileiro Heitor Dhalia (de "Nina" e "O cheiro do ralo"), foi selecionado na sessão "Un certain regard" (Um certo olhar, na tradução livre). "À deriva" é protagonizado pelo ator francês Vincent Cassel e conta ainda com Deborah Bloch e a atriz Camille Belle no elenco.
Diretora de 'Cazuza' prepara filme sobre meninas da favela
No longa-metragem, ela retrata três adolescentes e seu dia-a-dia na favela, que envolve gravidez precoce, violência doméstica, prostituição, pedofilia e convívio com traficantes. "É um filme violento sem mostrar violência; não tem tiro nem perseguições. É uma coisa mais para dentro, implícita", conta a cineasta, em entrevista ao G1. "É importante mostrar essa visão feminina, porque essas meninas são as mães da próxima geração, elas têm um poder enorme nas mãos", afirma.
Prostitutas adolescentes
Filmado em comunidades de Curicica e Ramos, no subúrbio do Rio, o longa-metragem é baseado no livro "As meninas da esquina", de Eliane Trindade, que reúne diários de adolescentes que ganham a vida como garotas de programa. Na adaptação, Sandra Werneck decidiu focar em três personagens: Jéssica (Nanda Costa), Sabrina (Kika Farias), ambas de 16 anos, e Daiane (Amanda Diniz), de 14. "Desde cedo, elas são a estrutura da família e acabam fazendo programas para sobreviver", diz a diretora.
O elenco principal foi escolhido por meio de testes com cerca de 60 garotas. "Fiquei muito impressionada com o trabalho delas três, é difícil ver atrizes tão novas e tão preparadas", conta Sandra Werneck, que aproveitou moradores das favelas onde ocorreram as filmagens como figurantes. "Fomos muito bem recebidos pelas comunidades, não tenho do que reclamar", diz.
O elenco também conta com os veteranos Marieta Severo, Nelson Xavier e Daniel Dantas, além do rapper MVBill, que estreia como ator. "Foi bom, porque esses atores deram suporte às meninas, que não tinham experiência", conta a diretora, que rodou o longa em cinco semanas.
Para Sandra Werneck, o olhar feminino na direção foi fundamental para conseguir os direitos de adaptação do livro, que foram disputados por nomes de peso como o diretor Moacyr Góes e a produtora Conspiração (de "2 filhos de Francisco"). "Certos temas são tratados com mais delicadeza pelo olhar feminino, acho que isso pesou na decisão da autora", diz a cineasta, que já tinha se debruçado sobre a adolescência nas favelas no documentário "Meninas", de 2005.
Documentários inspiram filmes brasileiros

Cada vez mais os filmes nacionais se inspiram nos temas e na linguagem dos documentários. Três estréias deste meio de ano - ''Linha de Passe'', ''Era uma Vez...'' e ''Última Parada, 174''- reafirmam essa tendência
Dados o histórico e o estilo dos diretores dos três títulos, é legítimo esperar por filmes bastante diferentes. Uma coisa, no entanto, eles têm em comum: o parentesco com o documentário. Em entrevistas sobre Linha de Passe, Walter Salles disse que se baseou em dois filmes do gênero dirigidos por seu irmão, João Moreira Salles: Futebol (1998), em parceria com Arthur Fontes, e Santa CruzEra uma Vez... em estúdio, para mostrar a realidade da favela carioca do morro do Cantagalo, em Ipanema, onde se passa a trama. Disse também que durante as filmagens se baseou, em larga medida, nos ensinamentos de um de seus mestres, o documentarista Eduardo Coutinho, com quem trabalhou (como câmera) em Santa Marta Duas Semanas no Morro, filme de 1987. Bruno Barreto criou o roteiro de seu Última Parada, 174 a partir do documentário brasileiro mais laureado em todos os tempos, Ônibus 174, de José Padilha que arrebatou nada menos do que 23 prêmios, entre eles um Emmy, o Oscar da televisão americana. "O documentário do Padilha me instigou a fazer o filme. Ele me deixou curiosíssimo", diz Bruno Barreto. (2000), em parceria com Marcos Sá Corrêa. "Esses dois documentários enraizaram o filme. Eles nos permitiram entender o quanto os mundos do futebol e da religião são complexos no Brasil", disse Walter, no mês passado, no Rio de Janeiro, Breno Silveira contou como ignorou a sugestão para filmar. A imbricação do atual cinema brasileiro de ficção com o documentário é tão profunda que se pode falar em tendência, da qual os três filmes que estréiam neste meio de ano são apenas a manifestação mais recente. "Há várias coisas do cinema de ficção brasileiro atual que remetem ao documentário", diz o cineasta João Moreira Salles. "A utilização da paisagem real, a recusa do estúdio, a aceitação da luz brasileira. E também o trabalho de cineastas com atores não profissionais, muitas vezes pertencentes às regiões retratadas nos filmes." Esse fenômeno observado por João pode ser rastreado nas duas produções mais bem-sucedidas do cinema brasileiro recente. Cidade de Deus (1998), de Fernando Meirelles, tira sua força justamente do trabalho com atores iniciantes, que viviam em comunidades parecidas com a retratada no filme e levaram, assim, suas experiências de vida para a tela. Tropa de Elite (2007) tem como protagonista o Capitão Nascimento, personagem de ficção claramente decalcado no Capitão Pimentel, que aparece no documentário Notícias de uma Guerra Particular (2000), de João Moreira Salles e Katia Lund. "Alguns dos nossos cineastas de ficção decidiram retratar a realidade em seus filmes por causa dos documentários. Foram, de certa maneira, pautados por eles", diz José Padilha, diretor de Tropa de Elite. Ele tem razão. Mas a união entre ficção e documentário vai muito além da utilização dos mesmos temas. A influência também se dá na maneira de filmar, na linguagem cinematográfica e no modo de tratar os temas.
‘Eu esperava, mas não acreditava’, diz Heitor Dhalia sobre Festival de Cannes
Cena do filme ''À deriva'', de Heitor Dhalia, selecionado para o Festival de Cannes “À deriva” conta a história de Filipa (Laura Neiva), uma adolescente de 14 anos em férias de verão com a família em uma praia, que faz o rito de passagem para a vida adulta em meio às descobertas do amor e à separação iminente dos pais, o escritor Mathias (interpretado pelo astro francês Vincent Cassel) e a professora Clarice (Debora Bloch). Fazem parte do elenco também Cauã Reymond e a atriz americana Camilla Belle (de “10.000 AC”), que é filha de mãe brasileira.
Para o cineasta, a presença de Cassel pode ajudar na repercussão do longa em Cannes. “Ele foi a primeira pessoa a me ligar, gosta muito do filme e está empolgado para mostrá-lo.” Sobre a apresentação, Dhalia prevê muitas lágrimas. “Imagino que será uma grande exibição, que seguirá o mesmo caminho das menores que já fizemos aqui no Brasil: todo mundo vai sair chorando. Acho que vai ser bem emocionante.”
No total, o Festival de Cannes trará 53 filmes de 23 países, sendo que 20 concorrem pelo prêmio principal, que é a Palma de Ouro. “À deriva” está fora de competição, como parte da mostra "Un certain regard". A 62ª edição do evento será aberta em 13 de maio, com a animação "Up", da Disney, e terminará no dia 24 do mesmo mês, com "Coco Chanel & Igor Stravinsky", de Jan Kounen.
A previsão é que “À deriva” chegue aos cinemas brasileiros em junho.
Filme de Heitor Dhalia é selecionado para Festival de Cannes
O filme "À deriva", novo longa-metragem do cineasta brasileiro Heitor Dhalia (de "Nina" e "O cheiro do ralo"), foi selecionado na sessão "Un certain regard" (Um certo olhar, na tradução livre), que faz parte da seleção oficial do Festival de Cannes. "À deriva" é protagonizado pelo ator francês Vincent Cassel e conta ainda com Deborah Bloch e a atriz Camille Belle no elenco.
Dois diretores espanhóis concorrem na categoria principal: o consagrado Almodóvar, por "Los abrazos rotos", e a menos conhecida Isabel Coixet, por "Map of the sounds of Tokyo". Os Estados Unidos vêm representados por "Inglorious basterds", de Tarantino.
Já Ang Lee apresentará "Taking Woodstock", uma comédia sobre o famoso festival de música que completa quatro décadas neste ano. E a lista tem ainda "Antichrist", do dinamarquês Lars von Trier.
Fora de competição, o festival exibirá também o comentado "The imaginarium of Dr.Parnassus", de Terry Gilliam, último filme com a participação de Heath Ledger, morto em janeiro de 2008. A obra permaneceu inacabada, e o diretor chamou os atores Jude Law, Colin Farrell e Johnny Depp para entrar no projeto.
A 62ª edição do Festival de Cannes será aberta em 13 de maio com a animação "Up" dos estúdios Walt Disney e terminará no dia 24 do mesmo mês com "Coco Chanel & Igor Stravinsky", de Jan Kounen.
Do G1
Chega de Saudade: Prêmios em Creteil e Cartagena
O filme Chega de Saudade, dirigido pela paulistana Laís Bondansky (Bicho de Sete Cabeças), recebeu o prêmio especial do júri oficial no 31º Festival International Films des Femmes, em Creteil, França. Menos de uma semana antes, na Colômbia, foi agraciado com o prêmio de melhor elenco feminino durante o 49º Festival de Cartagena.
Sinopse do filme Chega de Saudade
Um baile acontecerá em um clube de dança em São Paulo. Desde quando o salão abre suas portas, pela manhã, até seu fechamento ao término do baile, pouco após a meia-noite, diversos personagens rodeiam o local.- É o 2º filme de ficção dirigido por Laís Bodanzky. O anterior foi Bicho de Sete Cabeças (2001).
- É o 2º filme em que a diretora Laís Bodanzky e a atriz Cássia Kiss trabalham juntas. O anterior foi Bicho de Sete Cabeças (2001).
Garapa”, de José Padilha

Esqueça as favelas do Rio de Janeiro, os tiroteios e as cenas de tortura. O novo filme de José Padilha, o documentário em preto-e-branco Garapa, fala de um outro tipo de violência que o capitão Nascimento não tem como combater - a fome e a miséria.
O diretor vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim seguiu por 30 dias a rotina de três famílias cearenses em situação de “insegurança alimentar grave”, um problema que atinge mais de 10 milhões de brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase).
Padilha quer mostrar como a fome se manifesta do ponto de vista pessoal das famílias, dando vida a números e estatísticas, para aproximar o espectador de cinema da experiência direta do que é conviver com a miséria.
“Quis fazer um filme o mais simples possível, com o mínimo de alegorias e de informações que fossem além da história daquelas famílias”, disse Padilha.
Brasil disputará quatro prêmios no Festival de Cinema de Tribeca
Filmes que contam a história do Brasil
História e fases do cinema brasileiro
- Em 1973, o Brasil criou o Festival de Gramado, realizado anualmente na cidade de mesmo nome, na Serra Gaúcha. O troféu, conhecido como “kikito” é uma figura risonha, esculpida em bronze.
- Até 2009, nenhum filme brasileiro havia ganhado o Oscar de melhor filme estrangeiro.
- No dia 05 de novembro comemora-se o Dia do Cinema Brasileiro.História do Cinema Brasileiro, chanchadas, pornochanchadas, Cinema Novo, cineastas de destaque, filmes nacionais, grandes sucessos, gêneros, épocas do cinema nacional, premiações, cultura e arte
Cena do filme "O Pagador de Promessas": prêmio no festival de Cannes
Ao contrário do que aconteceu na Europa e nos Estados Unidos, o cinema brasileiro demorou para se desenvolver no século XX. Somente na década de 1930 que surgiram as primeiras empresas cinematográficas, produtoras de filmes do gênero chanchada.
Aproveitando
Baixio das Bestas
Sinopse:

Mariah Teixeira (Auxiliadora)
Fernando Teixeira (Seu Heitor)
Caio Blat (Cícero)
Matheus Nachtergaele (Everardo)
Dira Paes (Bela)
Marcélia Cartaxo (Ceiça)
Hermila Guedes (Dora)
Conceição Camarotti (Dona Margarida)
João Ferreira (Mestre Mário)
Irandhir Santos (Maninho)
China (Cilinho)
Samuel Vieira (Esdras)
A Festa da Menina Morta e seus prêmios

Premiações:
-Ganhou o prêmio de Melhor Filme na categoria Novos Diretores, no Festival de Chicago.
- Ganhou 6 Kikitos de Ouro no Festival de Gramado, nas categorias de Prêmio Especial do Júri, Melhor Ator (Daniel de Oliveira, Melhor Fotografia, Melhor Música, Prêmio da Crítica e Melhor Filme - Júri Popular.
- Ganhou 2 Troféus Redentor no Festival do Rio, nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Ator (Daniel de Oliveira).
- Ganhou o prêmio de Melhor Ator (Daniel de Oliveira), no 12º Festival de Cinema Luso-Brasileiro.
- Ganhou 2 prêmios no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles, nas categorias de Melhor Fotografia e Melhor Roteiro.
- Melhor filme latino-americano no 27º Festival Internacional de Cinema do Uruguai
Ainda sobre o Filme A Festa da Menina Morta
Sinopse do Filme - A festa da Menina Morta
'A festa da menina morta' e 'Tony Manero' ganham prêmios no Uruguai

Filmes venceram o festival de cinema do país.'A festa da menina morta' tem direção de Matheus Nachtergaele.
O filme brasileiro "A festa da menina morta", de Matheus Nachtergaele, ganhou o prêmio de melhor filme latino-americano no 27º Festival Internacional de Cinema do Uruguai, que terminou na noite de sábado (18), informaram os organizadores.
Já "Tony Manero", uma coprodução entre Brasil e Chile, dividiu com o francês "La question humaine" (Nicolas Klotz) a menção do júri entre os melhores longas internacionais, categoria que teve como grande vencedor o franco-belga "As oficinas de Deus".
Outros filmes premiados no festival, organizado pela Cinemateca Uruguaia, foram o documentário "The thirst of a stone sea", do servo Vladimir Perovic, e o curta "El mal de Schneider", do espanhol Daniel Chiado.
DIA DO CINEMA BRASILEIRO
Vale a pena conferir!
10 – O Xangô de Baker Street – Não sei se fui influenciado pelo livro nesta minha avaliação, mas a verdade é que gostei desse filme.
09 - Trair e Coçar é só Começar
08 – O Homem que Copiava
07 – O Auto da Compadecida
06 – Olga (pela técnica, pois o filme é chato)
05 - Central do Brasil
04 – Estamira (documentário)
03 – Ilha das Flores (curta)
02 – Cidade de Deus
01 – Tropa de Elite
Estômago.
Lula, o filho do Brasil (o filme)

Direção: Daniel Tendles, Fábio Barreto
Estreia dia 17 de março em todo o Brasil 'DIVÃ'
(idem)
Brasil, 2009
Diretor: José Alvarenga Jr.
Elenco: Lilia Cabral, José Mayer, Reynaldo Gianecchini, Cauã Reymond.
Ganhador do Dvd clássico na nossa comunidade...
Confirma a frase:
Concordo parcialmente..O Brasil já teve seus tempos de glória do cinema, nos anos 60 e 70, encabeçados por Glauber Rocha e outros grandes diretores. Depois disso veio a queda, que durou quase duas décadas, e agora novamente observa-se a ascenção.A qualidade das produções nacionais é inquestionável, o problema é que os filmes que dão mais bilheteria nos cinemas do Brasil são sempre esses filmes meia-boca promovidos pela Rede Globo, e aí os filmes realmente bons ficam em segundo plano e não são exibidos na maioria das salas de cinema, e só ganham o merecido reconhecimento fora do país.
Ganhadora: Núbia...
Agora será aberto novo tópico que valerá um dvd "saindo do forno" para a melhor frase...
Participem!!!
Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro;
Postando aqui o link do site da Academia Brasileira de cinema,
com a lista dos vencedores do prêmio Vivo destinado ao cinema Brasileiro.
http://www.academiabrasileiradecinema.com.br/
Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro 2008
Criada em maio de 2002, a Academia Brasileira de Cinema vem nos últimos anos, aos trancos e barrancos, tentando realizar uma cerimônia de premiação da indústria cinematográfica nacional. As primeiras tentativas foram bem sucedidas, mas prejudicadas pela falta de um patrocinador certo e de um palco definitivo. O cinema Odeon BR e o Copacabana Palace foram testados, não produziram o resultado que se esperava. Agora, em 2008, com o apoio da Vivo, a Academia finalmente conseguiu realizar uma cerimônia da proporção que merecem nossos filmes e artistas.Alguns, até por um anti-americanismo raso, criticam classificar o Grande Prêmio como o Oscar brasileiro. Não há demérito algum em ser comparado ao maior prêmio do cinema, que este ano chegou aos seus 80 anos (mais do que Cannes, Berlim e Veneza, vale lembrar). O que não pode acontecer é perder a identidade e apenas tentar copiar o Oscar. Mas isso a nossa Academia não fez, a começar pela duração. Ao invés das quatro horas habituais que tem o Oscar, o Grande Prêmio teve menos de duas horas de duração.Assim com o Oscar, Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro tem tudo para se transformar daqui para frente em um evento certo em nosso calendário, servindo como centro de confraternização de atores, diretores, produtores e todos aqueles demais profissionais da indústria. Pouco antes do início da cerimônia, o ator Wagner Moura comemorava o fato de poder confraternizar com colegas de profissão com os quais não tem a oportunidade de encontrar no dia a dia.O evento tem tudo para crescer ainda mais nas próximas edições, mas já pode comemorar o fato de possuir o tapete vermelho mais badalado do país.
Nem a forte chuva que caiu no Rio de Janeiro no dia da premiação (15 de abril) afastou os famosos do tapete vermelho do Vivo Rio, casa de espetáculos que serviu de palco para a cerimônia. Camila Pitanga, Antônio Pitanga, Rocco Pitanga, Fernanda Souza, Maria Padilha, Viviane Pasmanter, Dira Paes, Marieta Severo, Selton Mello, Alinne Moraes, Hugo Carvana, Carla Ribas, Matheus Nachtergaele, Letícia Colin, André Ramiro, Laura Cardoso, Andréa Beltrão, Liliana Castro, Sérgio Marone e muitos outros marcaram presença.Com direção artística de Gustavo Gasparani e roteiro original de Domingos de Oliveira, o Grande Prêmio teve apresentação apenas correta de Drica Moraes e Vladimir Brichta. A edição deste ano marcou ainda pelo surgimento de um novo troféu. Os 23 premiados saíram do Vivo Rio com o Troféu Grande Otelo, criado pelo designer João Uchoa. Em um belo momento da noite, Carvana subiu ao palco para homenagear Grande Otelo, destacando: “relembrar é uma forma de manipular o tempo”.Otelo foi um dos maiores atores que o Brasil já viu, um comediante nato que muitas vezes atuou ao lado de Oscarito. E foi uma coincidência muito feliz que no ano em que optou-se por nomear o troféu como Grande Otelo o homenageado da noite tenha sido um outro comediante que fez história em nosso cinema, Renato Aragão. Após algumas palavras proferidas por Daniel Filho, nosso Didi recebeu a homenagem das mãos da filha Livian Aragão, que atuará com o pai em “Guerreiro Didi e a Ninja Lili”, a ser lançado nos próximos meses. Aplaudido de pé, Renato agradeceu a família e não se esqueceu, é claro, de seus companheiros trapalhões Dedé Santana, Mussum e Zacarias. O ator declarou sua paixão pelo cinema e não esqueceu de lembrar de sua desavença com a crítica: “Já fiz herói, vilão, pirata e quando eu fazia mocinhos, os bandidos me batiam de um lado e a crítica de outro. E quanto mais batiam, mais a bilheteria crescia”.O primeiro troféu da noite foi para “Putz!”, de Everton de Oliveira Lima, considerado o melhor filme para celular. Na seqüência vieram os prêmio destinados aos curtas-metragens, com “Beijo de Sal”, “A Cidade e o Poeta” e “Vida Maria” levando os prêmios de melhor ficção, documentário e animação, respectivamente. Com relação à animação, este foi o primeiro ano em que a Academia implementou a categoria de melhor longa de animação, vencida por “Wood & Stock - Sexo, Orégano e Rock´n´roll”, de Otto Guerra.Ao começar a anunciar os prêmios técnicos e de bastidores, a Academia por um momento deixou parecer que iria realizar uma premiação distributiva, tentando premiar o máximo de filmes possíveis. Nesta leva, “Zuzu Angel” e “Cartola, Música para os Olhos” acabaram premiados. O primeiro levou o Troféu Grande Otelo de melhor figurino, para Kika Lopes, enquanto o segundo levou o prêmio de melhor trilha sonora, para Cartola (!?!). Isso mesmo, o cantor falecido há 27 anos levou o troféu de trilha. É impossível ignorar a importância de Cartola para a música brasileira, mas numa premiação como esta melhor seria premiar um novo talento, incentivando a composição de trilhas no país.A partir daí foi um monopólio só! Com a força toda após conquistar o Urso de Ouro, “Tropa de Elite” arrasou os concorrentes ao levar o Troféu Grande Otelo de efeitos especiais, montagem, som, direção de fotografia, maquiagem, ator coadjuvante (Milhem Cortaz - o famoso 02), ator (Wagner Moura), diretor (José Padilha) e melhor filme pelo voto popular. Padilha, com suspeitas de dengue, não compareceu à cerimônia, sendo representado pelo co-produtor de “Tropa”, Marcos Prado, responsável pelo momento mais político da noite ao abrir no palco uma bandeira do Tibet.Enquanto “Tropa de Elite” conquistava tudo e rumava como favorito para receber o prêmio principal, outros filmes também foram lembrados. “Santiago”, de João Moreira Salles, levou os prêmios de melhor documentário e edição em documentário; “O Céu de Suely” foi lembrado com o troféu de melhor atriz para Hermila Guedes; “O Cheiro do Ralo” comemorou os prêmios de melhor roteiro adaptado e atriz coadjuvante (Silvia Lourenço). Sobrou espaço até para filmes estrangeiros, com “Pequena Miss Sunshine” levando o prêmio de melhor filme estrangeiro pelo júri popular e “A Vida dos Outros” sendo lembrado pelos membros da Academia na mesma categoria.Eis que como diria Drummond, “tinha uma pedra no meio do caminho”. Na hora de anunciar a categoria principal (melhor longa-metragem), “Tropa” aparecia com nove estatuetas, “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” com duas (melhor roteiro original e direção de arte), assim como “O Cheiro do Ralo”. “O Céu de Suely” tinha apenas um prêmio recebido e “Baixio das Bestas” nem isso. Por esse motivo, se tivessem que apostar, imensa maioria dos mais de mil convidados presentes à cerimônia apostaria suas fichas em “Tropa de Elite”. E perderia...“O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” recebeu das mãos de Roberto Farias, presidente da Academia, o Troféu Grande Otelo de melhor filme, deixando até mesmo seu diretor, Cao Hamburger, surpreso.Uma noite extremamente agradável que terminou com uma surpresa (não injustiça) e deixou para a Academia a sensação de dever cumprido, que vem acompanhada da responsabilidade de voltar a realizar um grande evento em 2009. Para aqueles que saíram derrotados valem as sábias palavras de Renato Aragão: "Depois de 40 anos, 47 filmes, eu enfim recebi um troféu". 
Filme - Redentor
Existem mais coisas entre o céu e a Terra do que supõe a nossa vã filosofia. E Célio Rocha (Pedro Cardoso) é prova tão viva quanto morta disto: repórter de um jornal carioca, ele, um dia, vê-se obrigado a enfrentar o próprio drama ao ser escalado para cobrir um escândalo imobiliário. Ironia do destino. Ou, quem sabe, do Senhor... O fato é que, para apurar o caso, Célio é obrigado a reencontrar um amigo de infância. Nome: Otávio Sabóia (Miguel Falabella). Profissão: único herdeiro da falência de Dr. Sabóia (José Wilker), famoso empreiteiro que acabara de se suicidar. Mestre em falcatruas, este homem transformou em pesadelo o sonho da casa própria de parte da classe média brasileira. Parte esta que incluía os pais de Célio. Por tudo isso, esta história não começa aqui e, sim, no Rio de Janeiro da década de 70, quando a Barra da Tijuca transformara-se numa espécie de Terra Prometida. Dr. Sabóia, o tal famoso empreiteiro, lançava o Condomínio Paraíso enquanto um pequeno e arrogante Otávio apresentava a maquete do empreendimento a um Célio encantado, boquiaberto e oprimido pelas posses do amiguinho. E foi para satisfazer às ambições do filho que Justo e Isaura Rocha (Fernando Torres e Fernanda Montenegro) decidiram comprar um dos 480 apartamentos do Paraíso. Especificamente, o 808, o qual, apesar de terem pagado todas as prestações durante anos, jamais chegaram a ocupar. É que o pai de Otávio, o tal empreiteiro famoso e suicida, após vender o mesmo apartamento inúmeras vezes, decretou falência, deixando a obra semipronta e todos os proprietários aguardando por uma decisão da Justiça. Justiça esta que nunca foi feita. Quinze anos depois, os moradores da favela vizinha ao condomínio e originada pelos operários que nele trabalharam sem nunca receber um tostão, resolvem fazer justiça pelas próprias mãos e apropriam-se daquilo que julgam pertencer-lhes: os apartamentos. Unidos, eles organizam uma invasão pacífica e entram com pedido de posse. Do 808, inclusive. A partir daí, a Otávio cabe tentar reverter a situação, pondo em prática aquilo que aprendeu: fazer com que homens vendam suas almas ao diabo. Quanto a Célio... Cooptado por Otávio, e agora também obcecado pelo apartamento, aceita se tornar um laranja. Seu preço: US$ 5 milhões. Mas o tiro sai pela culatra. O imponderável se abate sobre todos os pecadores. Culpado e arrependido, Célio enlouquece e parte para o deserto em busca de Deus. Para sua surpresa, acaba por encontrá-lo. A salvação divina virá em troca de uma missão: convencer Otávio a doar toda a sua fortuna aos pobres.
Sinopse do Filme - Meu nome não é Johnny
nha tudo. Menos limite. João Guilherme Estrella era um típico jovem da classe média, que viveu intensamente sua juventude. Inteligente e simpático, era adorado pelos pais e popular entre os amigos. Com espírito aventureiro e boêmio, mergulhou em todas as loucuras permitidas. E também nas não permitidas. No início dos anos 90, se tornou o rei do tráfico de drogas da zona sul do Rio de Janeiro.Investigado pela polícia, foi preso e seu nome chegou às capas dos jornais. Em vez de festas, passou a freqüentar o banco dos réus. Sua história revela sonhos e dramas comuns à toda juventude."Meu nome não é Johnny" é baseado em uma história real.João
Filme Bela Noite para Voar
tem um encontro secreto com o então governador paulista Jânio Quadros (Cássio Scapin), resolve rapidamente questões de fundamental importância nacional, dorme pouco, fala muito, age rápido e – sem saber – quase morre vítima de um atentado armado pela própria Aeronáutica brasileira. Guardadas as devidas proporções, um Operação Valquíria tupiniquim. A motivação maior do Presidente? Uma bela amante que atende pelo apelido de “Princesa”.O filme tem o ritmo de JK. É ágil e vibrante. Mas se ressente da falta das verbas que seriam necessárias para tocar um projeto deste porte. Opta então por trabalhar por planos fechados que não revelem, por exemplo, a carência de figurantes. Ou as dificuldades inerentes de toda produção que requeira reconstituição de época. Como quase tudo se passa à noite, fica mais fácil. Por vezes, provavelmente para suprir deficiências orçamentárias, torna-se verbal demais naquilo que não consegue mostrar com imagens. E cai no velho erro das minisséries de TV: muitas vezes, explica demais, desnecessariamente, com receio de que o público não compreenda a trama. As cenas com aviões são claramente digitais, mas pode-se atribuir o fato a um “estilo” e não necessariamente a uma falha. De qualquer maneira, é um trabalho que pode atrair um público que se interessa pela história recente do Brasil, mas que no desenrolar da trama se torna refém de suas próprias limitações. Não é brilhante, tampouco desastroso. Mas Juscelino merecia um pouco mais. 




